Na base do meu desenvolvimento artístico está a procura por uma sinergia na composição dos elementos performáticos. Tenho especial interesse na linguagem do subconsciente e procuro conectar com o mundo dos sonhos e fantasias, fazendo com que estes sejam tão reais quanto o mundo real.

 

O meu maior objetivo é explorar formas que tenham a sua raíz na fisicalidade extrema, incluindo a voz como uma extensão desse corpo, bem como a troca entre o intérprete e o outro: intérprete/público - uma respiração partilhada que acontece apenas naquele momento.

Rosana Ribeiro é intérprete e coreógrafa freelancer, a sua inspiração nasce do mundo do circo, teatro, dança contemporânea e performance.

É natural de Lisboa e iniciou os seus estudos artísticos no Chapitô. Concluiu o curso em 2008, ingressando nesse mesmo ano na licenciatura em Dança Contemporânea da Northern School of Contemporary Dance em Leeds, UK.

Em Londres foi intérprete para vários coreógrafos como Jean Abreu Dance, Hofesh Shechter, theMiddleton Corpus, James Wilton, Charlie Morrisey, Evangelia Kolyra, Kim Brandstrup (English National Opera), Signe Fabricius (Royal Opera House) entre outros.

Em 2013, criou e interpretou o solo Fuel no thePlace em Londres. Em 2014 coreografou a peça Plastisphere. Ainda em Londres, trabalhou como assistente de direcção para o encenador John La Bouchardiere e na Suiça para Marine Besnard nas suas últimas três criações. Retorna a Portugal em 2015 para integrar o elenco de A Festa da Insignificância com a companhia Paulo Ribeiro; La nuit tous les chats sons gris de Laurence Yadi e Nicolas Cantillon/Companhia Instável; Timber de Roberto Olivan/Companhia Instável e Last de São Castro e António Cabrita.

É programadora cultural do festival Jardins Abertos desde 2017.

2010 - present
2010 - present