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Rosana Ribeiro é intérprete e coreógrafa. Desde 2019 o seu foco encontra-se na consolidação da sua linguagem artística inspirada pela perspectiva de trabalhar o corpo físico como um veículo de comunicação e entidade transformadora para o ser humano.

Este trabalho reflete-se na produção de peças na área das artes performativas em conjunto com um diverso e autêntico grupo de artistas de forma a alcançar a seguinte missão:

 

Inspirar o espectador a cruzar um mundo imaginário e utópico, alargando o seu pensamento crítico e questionando a sua contemporaneidade.

 

Rosana vive entre Salzburgo e Lisboa, dedica o seu percurso a uma constante pesquisa no âmbito do movimento, teatro, circo, música e outras artes performativas de forma a encontrar uma sinergia na composição dos elementos performáticos. Trabalha também com uma série de valores éticos, dando prioridade à Integridade do trabalho (alta qualidade e autenticidade dos intérpretes), o Fortalecimento da sociedade (equipa, público, colaboradores) e a Curiosidade para a comunidade (processo de trabalho partilhado e acessível).

 

É natural de Lisboa e iniciou os seus estudos artísticos no Chapitô. Concluiu o curso em 2008, ingressando nesse mesmo ano a licenciatura em Dança Contemporânea da Northern School of Contemporary Dance no Reino Unido. Desde então, tem viajado o mundo colaborando com vários coreógrafos e companhias internacionais. Trabalhou com Jean Abreu Dance, Hofesh Shechter, theMiddleton Corpus, James Wilton, Charlie Morrisey, Evangelia Kolyra, Kim Brandstrup (English National Opera), Signe Fabricius (Royal Opera House) entre outros. Foi também assistente de direção para Marine Besnard Choreography na Suíça e para o encenador John La Bouchardière no Reino Unido. Retornou a Portugal em 2015 para integrar o elenco de A Festa da Insignificância da Companhia Paulo Ribeiro, a peça Last de São Castro e António Cabrita e La nuit tous les chats sont gris para a Companhia Instável (Compagnie 7273).

Rosana tem também partilhado o seu conhecimento em dança, criação e yoga através de oficinas e aulas a convite de várias instituições entre o Brasil, Portugal, Reino Unido, Suíça e Áustria. É programadora cultural do festival Jardins Abertos desde 2017.

De momento, o foco encontra-se na sua próxima criação, Selva.

2010 - present
2010 - present